Novo Acordo Ortográfico e Python

fevereiro 29th, 2012 | 0 comments

Enquanto lia uma reportagem do jogo Brasil 2 x 1 Bósnia, de futebol, por sarcasmo, pensei na seguinte frase:

Ninguém pára o Brasil

Por causa do novo acordo ortográfico, o acento diferencial do verbo parar desapareceu. Esta frase, então, se escreverá:

Ninguém para o brasil

… O que torna a frase confusa. Embora simplifique a aprendizagem da língua, dificulta sua fluência de leitura. A fração de segundo a mais, necessária para interpretar a ambiguidade da frase, será cumulativa num texto grande, cheio de palavras com a nova grafia. Não concordo com esta mudança.

Porém, enquanto estudo Python, agradeço cada simplificação de código, e cada facilitação a quem está aprendendo uma nova linguagem. A falta do end (como em Lua), para fechar os blocos de código, gera mais ou menos o mesmo tipo de problema de leitura que critico na perda dos acentos diferenciais da língua portuguesa. É mais complicado saber onde cada bloco termina, embora estejam indentados.

Mesmo assim, não há palavras para agradecer um código com tão poucas linhas, como o do Python!!!

Aqui, em situação semelhante, sou a favor dessa inovação.

Que contradição!

Python: meu sonho acabou (e bem cedo)!

fevereiro 4th, 2012 | 0 comments

Pois… Desisti do Python! É uma ótima linguagem, mas lenta e pouco compatível com o OpenGL (meu alvo atual).

Depois de estudar sobre SDL, SWIG, Pyrex, CPython, Cython, as ctypes, e até a ótima Pygame, compreendi que Python não tem boas chances de explorar ao máximo o OpenGL, em situações extremas, como eu pretendo.

Também é impressionante como, passados dois anos de Python 3, usuários e produtores de extensões ainda relutam em abandonar o Python 2. Dos módulos OpenGL que conheci, apenas Pygame tornou-se compatível com as versões 3 do Python.

A saída? Estudar algo que tenha boas relações com C/C++, as linguagens nativas do OpenGL.

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