Python: meu sonho acabou (e bem cedo)!

fevereiro 4th, 2012 | 0 comments

Pois… Desisti do Python! É uma ótima linguagem, mas lenta e pouco compatível com o OpenGL (meu alvo atual).

Depois de estudar sobre SDL, SWIG, Pyrex, CPython, Cython, as ctypes, e até a ótima Pygame, compreendi que Python não tem boas chances de explorar ao máximo o OpenGL, em situações extremas, como eu pretendo.

Também é impressionante como, passados dois anos de Python 3, usuários e produtores de extensões ainda relutam em abandonar o Python 2. Dos módulos OpenGL que conheci, apenas Pygame tornou-se compatível com as versões 3 do Python.

A saída? Estudar algo que tenha boas relações com C/C++, as linguagens nativas do OpenGL.

Pesquisei sobre Haskell e fiquei com medo do código (se for assim, prefiro encarar a programação em C++).

Acabei chegando à linguagem Lua, nascida e criada aqui, no Brasil, a vigésima mais utilizada no mundo (segundo o Índice TIOBE, de janeiro de 2012).

Sempre fugi de Lua por não ser orientada a objetos. Porém, bastaram algumas primeiras linhas de código para sentir como é possível se divertir escrevendo em Lua.

Como Haskell, ela também tem ótimo suporte ao OpenGL, encurtando suas funções enormes para algo extremamente simples e direto.

Mais um ponto positivo é o pacote Lua for android. Com ele, através do SL4A, é possível escrever códigos Lua diretamente em celulares Android, aproveitando seus recursos.

Assim, vida longa ao Lua! Fora do mundo Java, é ela que vai receber minhas atenções, por enquanto.

 

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